Resenha de Goblin (2016): quase desisti, mas retomei, chorei e amei

O que dizer sobre Goblin depois de terminar de assistir tudo e chorar que nem uma cabrita?

Confesso que o começo eu tive bastante raiva da Eun-Tak, porque era uma personagem absolutamente irritante e infantil, mas afinal ela era uma estudante de ensino médio, o que esperar? No final, ela cresce e, como adulta, ela é muito mais aturável, além de ser fofa e gracinha, sem ser irritante, pidona e mandona. Se essa Eun-Tak tivesse aparecido desde o começo, então eu diria que Goblin seria um dorama perfeito.

Uma história que começa simplesmente maravilhosa, mistura fantasia, com um humor leve, doses de drama verdadeiro (as pequenas histórias dos personagens que vão desencarnar são lindas demais) e também de romance impossível muito bem construído explicam por que Goblin foi o dorama com mais burburinho do fim do ano passado até esse.

Sim, eu quase parei de ver a série, mas isso porque achei que, na metade o ritmo ficou prejudicado, com uma protagonista bobona e chata, que atrapalhava o desenvolvimento da histórai com DRs sobre o nada.

Quando o dorama começou a revelar o passado dos personagens e também a desenvolver o romance entre o ceifador e a Sunny, então começava a compensar as manhas chatas da protagonitas.

Eu também falei mal de alguns personagens que pareciam sem função, mas finalmente nós pudemos entender seu propósito e tudo parecia um quebra-cabeça agradável. Até a cena mais imperdoável para mim que era a capacidade da protagonista de ver a espada de uma hora para outra eu esqueci e já não tinha mais importância nos últimos episódios.

Quando o grande clímax da série acontece, faltando ainda 2 episódios para o final, então tudo fica realmente maravilhoso. O choro da Eun Tak é real e bonito e, mais velha, muitas cenas me deixaram extremamente arrepiadas, como quando ela assopra uma vela na frente da loja de decoração. Aquilo acabou comigo!

O que Goblin precisava, desde o começo, era que a protagonista fosse mais velha, formada. Então poderia dizer que é um dorama perfeito e lindo. Do jeito que foi, exige paciência, é fato, mas Goblin é muito bom mesmo assim!

Desnecessário dizer que o desfecho entre o Anjo da Morte e a Sunny me deixou satisfeita e triste ao mesmo tempo e agora eu posso dizer com toda a certeza de que Goblin é recomendadíssimo.

A trilha sonora, que no começo me incomodava pela pronúncia esquisita do inglês, me conquistou de um jeito que eu não sei mais escolher a minha favorita. Essas baladas românticas vão te fazer chorar mesmo depois que o dorama não estiver mais passando.

Recomendo muito!

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