Resenhas de Kdrama

[Resenha] Apesar de Tudo, Amor: aceitamos o amor que achamos que merecemos

Esta resenha do drama Nevertheless se propõe a fazer uma análise da escolha final de Nabi e o polêmico caminho percorrido por ela. Vamos lá? Apesar de Tudo, Amor é uma das sensações de 2021 que chegou dublado ao Netflix e conta a história de uma insegura estudante de arte que se torna “amiga colorida” de um conquistador de mulheres em uma relação de amigos com benefícios, do inglês, ou amigos coloridos.

Parte técnica

Composta por 10 episódios, a Algoitjiman (“Eu sei, mas”) é baseada em quadrinhos publicados na internet por Jung Seo e complementado por Jung Won. A direção é de Kim Ga Ram (de Equipe de Floristas: Agência de Relacionamentos Joseon). A trilha sonora da série é ótima, sensível, romântica e marcante. Até a atriz principal, Han So Hee, disse que não conseguia esquecer a música Heavy Heart, da RIO.

Elenco

@sofarawayinthemilkyway

Yu Nabi, cujo nome significa borboleta, é uma estudante de arte tímida e insegura que recentemente terminou um relacionamento abusivo e acaba se apaixonando por um garoto de tatuagem de borboleta, Park Jae Eon, um rapaz extremamente sedutor e bonito, que é conhecido por brincar com corações.

@hoyeojung

Nabi é interpretada por Han So Hee, atriz de Meu Nome (My Name/2021), O Mundo dos Casados (The World of the Married), Abyss, e 100 Dias Meu Príncipe (100 Days My Prince). Ela convence bastante por ter um jeitinho tímido e retraído. Para alguns, sonso, mas achei que é uma jovem em descoberta de si mesma que é fácil de se colocar no lugar. Park Jae Eon é o queridinho dos dorameiros e da Netlix, Song Kang, que interpetou outro chernoboy por quem todos se apaixonam em Love Alarm, um bailarino mal humorado em Navillera, e um rapaz solitário em Sweet Home. O ator é ótimo em seduzir e dar raiva na medida.

Temos também o Yang Do Hyeok (Chae Jong Hyeop, de O Mito de Sísifo e Me Abrace/Come and Hug Me), que interpreta um charmoso, gentil e educação cozinheiro que é também amigo de infância de Nabi que a teve como primeiro amor, e a Yoon Seola (Lee Yeol Eum, de Longing Heart), uma bela mulher que possui uma ligação íntima com Jae Eon.

@ddlgromance

Além deles, temos participações memoráveis e carismáticas da novata Yoon Seo A, como a amiga-crush da personagem de Lee Ho Jung (White Nights, Let Me Introduce Her). As duas são uma adição muito preciosa à série e se tornam um ship muito mais agradável do que o principal, que cada vez mais vai se atolando e incomodando parte das pessoas que assistem. Há algo de muito interessante em como o relacionamento heterossexual é completamente disfuncional, enquanto as duas amigas que mais seriam julgadas fariam o par provavelmente mais adequado e saudável da série. Além delas, a atriz Yang Hye Ji (Live One, Irei quando o Tempo Estiver Bom) ganhou rápida popularidade após interpretar a garota do cabelo colorido e, pessoalmente é minha favorita.

Um olhar empático sobre a protagonista

Nabi é uma menina “sem graça”. Ela é toda certinha e insegura. A artista explica que seu nome, que significa borboleta, foi dado com base em uma ideia de que felicidade é como uma borboleta, se tentar pegar ela foge, mas se ficar quieto ela vem até você. Essa ideia de passividade ensinada desde sua infância constituiu sua personalidade.

Se tinha grandes atrativos e personalidade brilhante, isso não vemos de primeira — é apontado depois que ela tinha o riso fácil e parecia mais alegre —, pois foi minada pelo namorado abusivo, que manipulava emoções e situações de maneira que ela se culpava por tudo de errado que acontecia. Nesse contexto, ela acaba sentindo-se insuficiente.

@chanikang

Mesmo quando é traída, conta que “era como se já soubesse”. Não é como se fosse inocente ou de baixa inteligência. É uma questão de engano proposital da mente, embora não seja autoconsciente. Ela já desconfia de todos os sinais, mas a verdade é dolorosa demais para aceitar, ou, pior ainda, a verdade de um relacionamento e um ego masoquista que a tortura porque no fundo sente que “é o que ela merece” por sua inferioridade. Isso também é ilustrado quando ela tenta aplicar para universidades de arte fora do país — uma chance de fugir da situção —, mas prontamente é desaconselhada para tal, por serem muito difíceis para suas notas, enquanto em comparação sua colega é amplamente estimulada. A professora recomenda que Nabi explore mais o mundo e viva mais aventuras para melhorar sua arte. É o que decide fazer, então, inclusive no amor, para mudar a vida e se soltar mais.

Apesar de tudo, acredito que algumas críticas são muito duras com a Nabi porque, no fundo, há bastante de Nabi dentro de todo mundo em algum momento da vida — quem já foi sabe, e quem não foi, um dia poderá ser. É preciso olhar com um certo carinho para a história da protagonista e entender que algumas verdades gritantes só são enxergadas quando se está preparado e é difícil tomar decisões totalmente racionais quando se está dentro da situação com emoções envolvidas. Mas que dá raiva pra caramba dá, claro, porque a gente está vendo o todo.

Acredito que embora ela fale sobre seus sentimentos, falta uma clareza muito maior em comunicar o que realmente sente para não alimentar falsas esperanças. Pessoas que a amam mais explicitamente e de forma saudável parecem alimentar seu ego frágil e a mantém caminhando e sobrevivendo emocionalmente, mas ela mastiga o alimento e o joga fora quando entra em contato com aquele fruto proibido.

No final de sua jornada, ela coloca a insegurança de lado e dá um passo de amadurecimento que é assumir as escolhas da própria vida, mesmo as com consequências que podem não ser boas. É um avanço sutil da personagem, mesmo que seja questionável.

O amor que achamos que merecemos e o caminho pecorrido por Nabi
Citando aqui a frase do livro “As Vantagens de Ser Invisível”, no qual é dito que aceitamos o amor que achamos que merecemos, a sinopse de Nevertheless também parece girar em volta disso. Em português, inglês e em coreano, o título, que diz “Apesar de Tudo, Amor” e “Eu sei, mas”, já traduz bem essa sensação de aceitação.

@deokmis

Logo no início, o ex-namorado de Nabi diz que amor é “dar um sentido ao abstrato ao desconhecido”. Na psicanálise, Jacques Lacan aborda o tema com uma frase complementar: “O amor é dar o que não se tem a alguém que não pediu”. Essa frase tem muitos sentidos, mas para esta história em particular, tem a ver com o fato de que, ao se apaixonar, coloca-se no outro expectativas, amor, idealização e características que o outro nem ao menos as possui ou que a própria pessoa apaixonada não possui mas busca fora, encontra no outro e as assume para si. O personagem do cozinhiro, o Do Hyeok, segue a frase à risca: é carinhoso, amoroso e gentil com Nabi, que não lhe pediu isso e não lhe dá muito em troca a princípio, mas ele ainda ama aquela imagem preservada no tempo.

Nos primeiros episódios, a protagonista está carente e angustiada, sentindo um vazio pela partida do ex-namorado, mas quando encontra o rapaz que tem uma tatuagem de borboleta, que é o significado do nome dela, transforma isso em sinal verde para amar. Nabi está tão desesperada em ser objeto de amor de alguém que projeta naquele desconhecido tudo o que ela desejava no momento: o retorno da figura do ex namorado como ela imaginava ou queria que ele fosse, não como mostrou que era afinal de contas. A partir dali, Jae Eon vira um tipo de escultura que é construída pouco a pouco com as ilusões, fantasias, desejos, ansiedades e medos da protagonista, com uma injeção de características manipuladas pelo próprio “colecionador de borboletas”.

@netflixdramas

O primeiro sinal amarelo de Jae Eon já está lá quando diz que foi encontrar uma mulher que não apareceu e subitamente não precisa mais encontrá-la. Na mesma noite, é pego conversando com outra pessoa carinhosamente ao telefone. Ironicamente ele termina o encontro intoxicando-a de forma literal e metafórica com o cigarro — ela não fumava nem aceitava cigarro dos outros. Logo a própria admite que o novo rapaz faz mal para seu coração e a deixa muito ansiosa.

No outro dia, uma amiga até aponta que Nabi “não tem bom gosto para homens e só atrai idiotas” e que o bonitão é famoso por ser “boy lixo”. Isso é mais um sinal de que por algum motivo a protagonista normatizou esse comportamento tóxico em sua mente, algo muito anterior a Jae Eon e até do outro namorado. Descobrimos mais tarde que sua relação é mais próxima com a tia do que com a mãe e que seus pais não vivem juntos. Ela não cresceu com referências estáveis de amor e assim que foi ensinada: a borboleta se alimenta de nectar e também de frutas em decomposição e insetos.

Apesar de ter um coração viciado em sofrer, ela tenta se defender ao notar sinais de perigo. Tenta blindar-se e evitar os sentimentos tão conhecidos de atração perigosa que sente por ele. Ela resiste das investidas, ciente de que ele não é boa companhia, mas ainda assim, a atração física e a vontade de apagar uma dor com um romance igualmente intenso é tanta que ela quer acreditar que ele não é tóxico como dizem por aí. Enquanto isso, Jae Eon nunca para de investir e mostrar seu melhor lado para ela. Quando ela recua, ele a confronta, provoca, acusa de frieza, faz de bom moço.

Ora ele combina com a fama de fútil e galinha, ora ele a confunde com discursos bonitos e a trata de forma especial. A escultura fantasiosa de Jae Eon fica ainda mais confusa: um garoto popular que não quer nada com ninguém, mas supostamente a trata diferente e a procura com carinho. O que ela conhece e o que imagina dele se fundem e ela acaba não conseguindo ouvir o sinal mais óbvio quando ele diz querer uma amizade colorida, não relacionamento, só curtição.

Podemos fazer uma associação imediata com o ex e como no início ele deveria ser sedutor e tratá-la bem antes de dar tudo errado. Ela provavelmente cai em um loop dos momentos iniciais e coloridos que exisitam também no antigo relacionamento. Além disso, Jae Eon é popular entre todos e tem muitas características que Nabi sente que faltam nela. Essa admiração pela falta gera atração e uma tentativa de se moldar como argila ao estilo dele, para então se tornar uma escultura mais interessante.

Por isso, mesmo ao saber que ele não quer um relacionamento, depois de muita resistência, ela aceitar ser uma amiga com “benefícios” em vez do relacionamento que realmente deseja, como uma tentativa de se modificar, ser “mais legal” e melhorar até sua forma de fazer arte. Como isso nunca foi algo que ela queria de verdade, o relacionamento começa a desmoronar e ser insuficiente para suas necessidades e para as demandas de Jae Eon.

Com quem Nabi fica no final e por quê?

@dramaism

Isso não deveria ser considerado spoiler, mas de toda forma, segue abaixo.

O spoiler é: (O borboleta, Park Jae Eon).

A partir de agora, vou fazer minha análise dessa trajetória, que pode ter spoilers mais óbvios.

Nabi não pode escolher alguém que a trata bem porque a sensação é desconfortável. Está acostumada a ser maltratada e viver na ansiedade. Sua concepção de amor é aquela de sua escultura: duas pessoas feitas de trapos, ligadas por ataduras para machucados. Ela não sabe o que é amor tranquilo e quando entra em contato com isso, sente que não é suficiente, que é uma impostora que vai ser descoberta e abandonada. “Se eu namorá-lo, ele vai se decepcionar comigo. Não sou o tipo de pessoa que ele pensa que eu sou.”

Na primeira experência que a vemos ter de um amor “normal, doce e inocente”, em suas próprias palavras, Kim Eun Han (Lee Jeong Ha, de Run On e A Historiadora) quase vira uma vítima da situação ao ser usado como arma para atingir Jae Eon e fazê-lo sentir todo o ciúme e frustração que ela sente. Apesar do estereótipo de bom rapaz, não a faz sentir “frio na barriga”. Se pararmos para analisar, Eun Han e Nabi têm tanto em comum que ela até o acha enfadonho e patético, como provavelmente pensa sobre si mesma. Outra semelhança fica na decisão que Eun Han toma, que é quase um spoiler natural do que Nabi fará depois.

Nabi tenta entender o significado de tudo que Jae Eon faz e atribui a a isso sentidos e sentimentos que não foram expressados abertamente, os “sinais”. Por outro lado, Jae Eon, que parece entender todos os sentidos atribuídos, continua agindo como se nada soubesse, manipulando e intensificando as ações, pelo prazer narcisista de ser desejado, sem querer investir tanto em uma só pessoa. Quando a maior dedicação em relação a ele cessa, ele sente-se ameaçado e vai atrás, demandando amor. Seus jogos psicológicos brincam com a insegurança alheia baseando perguntas em respostas que ele sabe que irá ganhar.

Do Hyeok entra em cena, virando “o” Nabi da Nabi. Ele engana a si mesmo quando o óbvio já foi visto e dito. Ela diz que não pode retribuir seus sentimentos no momento, mas continua alimentando-se de seu amor de néctar para manter-se minimamente forte para ironicamente tolerar Park Jae Eon. Ele a alimenta em vários sentidos, mas isso a afasta, pois o alimento que ela acha que merece são os restos de Jae Eon. Mesmo assim, ele continua tentando constantemente, dedicando-se, fazendo elogios e sendo companheiro. Perdeu o tempo dele e percebeu isso, mas não consegue recuar. Ele também é inseguro: é humilde ao aceitar elogios, não expõe o rosto no canal e desistiu de declarar seu amor quando soube apenas de um boato. Aceita as migalhas da Nabi e a espera. De toda forma, por mais carinhoso e gentil que ele seja, a Nabi não deveria ser obrigada a retribuir seus sentimentos. O ideal seria apenas que ela fosse mais honesta sobre a confusão mental de dependência que está vivendo, que aliás é bem semelhante ao que o próprio sente em relação a ela em certos níveis. Mesmo sendo uma pessoa querida em sua cidade e na internet, ele fica preso a esse sentimento.

Por sua vez, Jae Eon, que “coleciona borboletas” e está acostumado com muita oferta, vê algo de diferente no comportamento de Nabi, que começa a fazê-lo sentir-se culpado. Como não é uma borboleta “como as outras”, que aceitam sua posição de forma livre, sem esperar relacionamento, quando ele é rejeitado, fica chocado e decide correr atrás, para recuperar o alimento do ego que foi perdido e quando sabe que ela gosta dele, volta a ser debochado. Jae Eon é terrivelmente carente, colecionando afetos para um coração vazio com pais aparentemente ausentes, mas uma vida de bonança recebendo sempre o que queria. Quando é contrariado, fica agressivo, faz joguinhos e tortura psicologicamente. Um grande perigo para alguém sem autoestima que acredita que não é boa o suficiente.

Apesar de tudo, ela conseguiu reunir os cacos de seu amor despedaçado e reconstruiu uma certeza: tomou a decisão do que ela queria por si mesma, mesmo sabendo que é uma escolha duvidosa, incerta e problemática,mas conseguiu assumir algo para ela. Já ele, até o final, o que ama é o fato de ser amado e o que ele não suporta é ser odiado, não necessariamente isso tem a ver com a pessoa dela, mas o ato de ser querido.

É esse o grande incômodo de quem assiste o retorno romântico de um personagem tóxico que nem ao menos foi mostrado reformado. Uma vez que a dedicação dela for completa e ele sentir-se seguro, será que o final continuará alegre? A série pode acabar passando uma mensagem de que é normal viver em um relacionamento assim e que tudo ficará bom no final se ouvir seu coração. Se fosse uma série só dos dois, seria puramente revoltante, mas como Nervertheless mostra mais personagens com outras dinâmicas de casal, não consigo dar nota baixa.

@thekidwithsixthsensesstuff

Conclusão

Tecnicamente, Nervertheless é bela, tendo visuais que chamam atenção e com uma trilha sonora suave romântica e até possui uma que tem uma batida especial que até traduz ansiedade. Como história, a escolha de fazer 10 episódios foi bem acertada, pois mais do que isso seria morosa. No sétimo já começa a ficar enrolado demais. Tem muita cena de pura propaganda em quantias que nunca tinha visto em nenhum dorama antes, e um ritmo lento, mas por ser curta e esteticamente bonita, fica mais fácil.

Tem um lado bastante negativo, chegando a ser um dorama revoltante para muitas pessoas, pois pode provocar vários gatilhos em quem já viveu uma relação abusiva antes. É uma romantização perigosa de algo que pode não acabar de maneira tão feliz para todo mundo – e nem sabemos como termina de verdade, porque depois dos créditos, será que o ciclo de abuso vai voltar? Porém, não são igualmente romantizados os doramas de pura fofura do começo ao final feliz? A grande questão é que quando um comportamento espelhado desses pode acontecer na vida real e causar danos irreperáveis, é preciso tomar mais cuidado.

“Apesar de Tudo, Amor” é perturbadoramente próximo da vida e esse mérito não dá para negar na série. Incomoda porque é próximo da realidade dos relacionamentos turbulentos. A paixão louca e intensa que faz chorar está na moda, nas músicas, nos filmes. As borboletas no estômago são o primeiro sinal de amor ensinado quando somos pré-adolescentes e perdura na sensação de estar “loucamente apaixonado”.

A série apresenta que amar é dar um sentido abstrato ao desconhecido e é exatamente isso que seus personagens fazem: passam os episódios imaginando, confabulando, temendo e fantasiando sobre quem são seus alvos amorosos e como reagiriam a uma declaração. Se visto com outro olhar, vemos bem os efeitos que o “amor” de Jae Eon causou sobre alguém como ela e como é importante saber quem é esse outro para quem está se colocando vulnerável e doando o seu melhor.

@billlkinspp

É possível mudança quando há amor, mas quando não há definição precisa do que é amor, a submissão e a ausência de respeito podem ser tidas como sinônimos e levarem a algumas atitudes sem retorno. A imaturidade pinta Nevertheless como “o romance mais lindo” e pode sugerir sonhar com parceiros tóxicos desde que tenham o rosto bonito. O companheirismo, o amor seguro que voa livre como borboleta com você é coisa de adulto, algo aprendido com o tempo e que só pode ser praticado com uma construção sólida de autoestima e reconhecimento do autovalor. De todo modo, “Apesar de Tudo, Amor” também mostra alternativas a esse tipo de amor.

Nevertheless é uma série romântica tóxica, mas encantadora assim como seu protagonista, e deve ser consumida com o cuidado que se deveria ter em um relacionamento como esse.

Nota:

Avaliação: 3 de 5.

O que ver a seguir?

Se você gostou muito de Nervertheless, eu recomendaria Love Alarm. Definitivamente não é uma série que eu tenha gostado, mas é provável que você não sinta os mesmos problemas que eu senti.

Se está só querendo uns beijões e um clima meio série americana, tente Apaixonados na Cidade ou O Que Há de Errado Secretária Kim.

Na linha de romances jovens, Primeira Vez Amor tem um clima parecido e menos complicado.

Já para outra trama com relações tóxicas, eu recomendaria Tempted, ou Seduzida. E para passar raiva, tem sempre Apostando Alto/Start Up.

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