Primeiras impressões ao assistir Goblin: The Lonely and Great God – episódio 1

Chorei e não era ainda nem metade do primeiro episódio de “Goblin: The Lonely and Great God” (em coreano: 쓸쓸하고 찬란하神), ou “Goblin: O Grande Deus Solitário”. Com previsão de 16 episódios, passado pela tvN, Goblin já é considerado um dos melhores kdramas de 2016, apesar de ainda estar no 8º episódio.
Após sair de uma maratona triste de Moon Lovers (Scarlet Heart: Ryeo),  foi um tanto gratificante assistir ao passado do Goblin, situado no período feudal, com rei, intrigas, castelos e roupas suntuosas. E é claro que vi Soo e Wang nos rostos dos personagens e isso me fez relacionar mais facilmente com eles.
O primeiro episódio de Goblin é uma loucura de emoções e é complicadinho de entender nos primeiros 20 minutos, mas aguente firme! Basicamente,  Kim Shin (Gong Yoo) é um “goblin” imortal. O que diabos é um “Goblin”? Não, não é aquela coisa verdinha esquisita dos RPGs.  o Goblin, ou Dokkaebi, é uma criatura do folclore coreano que foi amaldiçoada com a imortalidade, surgindo a partir de um objeto inanimado manchado com sangue humano. O Goblin de nossa história está marcado pela própria espada, que só pode ser retirada do local pela “Esposa do Goblin”, e assim encerrar sua vida eterna.
Assim, nosso personagem principal vaga eternamente atrás de sua esposa, enquanto interfere em vidas humanas dando dicas para quem pede muito por ele (“Por favor, eu quero um emprego” “Tente a loja do frango, você vai conseguir”).
Paralelamente, temos um deus da morte (um shinigami, para facilitar se você estiver acostumado com a cultura japonesa), interpretado pelo Lee Dong Wook, que é simplesmente o cara mais estiloso e legal do episódio, apesar de ser o responsável por levar as almas deste mundo, andando com fichinhas “do capeta” com nome e idade das pessoas que morrerão. Eu fiquei com muita vontade de ver um drama só com shinigami por causa dele.
Me leva, lindo! (Brincadeira, tô bem aqui)
A história desses personagens se cruza quando uma mulher grávida é atropelada e pede desesperadamente por ajuda. O Goblin, que é conhecido como Protetor de Almas, concede a ela a “vida” e isso faz com que ela e o bebê sobrevivam. O problema é que isso muda o destino da criança, que estava marcada para morrer e o anjo da morte fará de tudo para mudar isso. A criança cresce com poderes especiais de ver espíritos, que a chamam de “esposa do goblin” por causa de uma marca em suas costas.
Ok, aqui é que temos o momento que eu já me desmanchei em lágrimas, porque a criança consegue ver espíritos, inclusive a própria mãe. Socorro, me segura, esse kdrama já é triste demais!
Órfã, a menina recebe ajuda de uma misteriosa senhora, que era amiga de sua mãe e conhecia muito bem as lendas, que a adverte para seguir com duas mulheres e um homem (seus tios e sua prima) para fugir do ceifador. É claro que a tia é uma trambiqueira que só quer roubar o dinheiro da garota e a transforma em uma escrava…
A coitadinha da Ji Eun Tak (Kim Go Eun) então cresce rodeada de situações sobrenaturais ao seu redor e por ver gente morta, não tem muitos amigos. Um dia, cansada dos maus tratos, ela pede desesperadamente por uma ajuda, o que acaba atraindo o Goblin. Ela tem o poder de chamá-lo ao assoprar uma vela e pode tocar nele e também transportar-se com ele. A garota quer mudar de vida e decide que quer casar com o Goblin, que inicialmente a despreza.
Enquanto isso… o Goblin possui um servo fiel, que reencarna desde os tempos feudais para ajudá-lo, sendo o mordomo de sua casa durante todos os anos imortais dele e trazendo a “segunda geração” de mordomo para quando morrer. O problema é que essa “segunda geração” é um playboy folgado que vende a casa do Goblin para ninguém menos do que Wang Yeo (Lee Dong Wook), o próprio Anjo da Morte! Agora os dois devem conviver em conflito de ideias: enquanto Goblin quer a Eun para acabar com a própria vida, o Anjo da Morte quer guiar a alma dela para o outro mundo…
E basicamente é assim que se encerra o primeiro episódio, deixando um clima bem misterioso no ar. Se gostei? Nos primeiros 20 minutos estava demorando para engrenar, não entendi muito o que estava acontecendo, mas quando vi o Anjo da Morte, já amei o personagem e a convivência turbulenta entre ele e o Goblin me fez vibrar. Os dois são sarcásticos e ficam se alfinetando. É maravilhoso.
Já a principal é bem “relacionável” e foge do típico “tontinha boazinha”, aparentemente. Ela é bem engraçada e o fato de ser excluidona da sociedade também a torna especial. Enfim, já vi que vou chorar pra caramba nesse drama, porque é claro que não vai acabar bem… Ela tem um contrato para morrer e o objetivo do principal É morrer. Ou seja: teremos um final trágico. Por que é que eu sempre me rendo a esse tipo de história!?
Recomendo e continuarei assistindo. Até a próxima

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