O ceifador do Goblin me fez dar uma chance ao dorama – epi. 6 a 10

Descobri que a fonte do meu problema com o kdrama Goblin é a chata da protagonista. Porém, é com alegria que posso dizer que o drama finalmente conseguiu engatar no 7º episódio e tornou-se sim um dos bons nomes de 2016/2017.
 
O principal motivo disso é o desenvolvimento dos personagens Sunny e Ceifador (Lee Dong Wook e Yoo In Na), que realmente mereciam uma série só deles. É muito lindo vê-lo agir como um anjo da guarda dela e protegê-la das pequenas coisas, enquanto não pode dar muitas informações sobre quem é de verdade. A história deles tem tudo o que você provavelmente procurava ao ver Goblin: o conflito interno de um ser sobrenatural e uma humana, com uma dose agradável de humor e um drama conduzido de forma natural.
Por favor, tenham um final feliz, nunca pedi nada
Depois de um clímax altíssimo no episódio 9, estou disposta a assistir até o final só por causa deles, que mereciam um abraço coletivo, beijinhos e um final romântico justo. Se está de saco cheio de Goblin, dê uma chance pensando nesses dois.
 
Mas afinal, por que não torcer pelo casal principal? Gong Yoo, o Goblin, não é o problema. O ator é charmoso, tem boas tiradas e interpreta muito bem. O personagem sempre tenta ser fofo e um homem decente, mas sua noiva sempre responde de forma arisca e infantil em níveis pouco toleráveis.Por exemplo: ela brigou porque quando o invocou, ele não apareceu exatamente do lado dela, mas estava lá esperando por ela no fim do caminho do teleférico. Ela estava nervosa porque ele a salvou de uma hipotermia (depois que ela sumiu sem dar notícias), pagou por seu tratamento no hospital, mas não amanheceu a seu lado. Sério!? Custava reconhecer o esforço? Nada está bom para a protagonista, é só briga atrás de briga.

 

Ele até tenta…
 
Por alguns momentos milagrosos, algumas cenas com ela chegam a ser boas, mas porque Gong Yoo sustenta bastante os momentos. Cito aqui quando ela consegue ~quase fazer a tarefa a qual está destinada~ (para não dar spoilers) e encerra de um jeito fofo. Foi bonitinho sim, mas basta estar um pouquinho contrariada que já fica com síndromes de Mary Sue, sai da casa, chora, teima… zzZZ. Eu não tenho mais paciência.Sem a protagonista não teria história, teoricamente, mas o ambiente ao redor fica muito melhor. Imaginem a situação: não existe a personagem da principal, só a irmã do Kim Shin e outra mulher madura que seria a noiva do Goblin. A história toda fluiria infinitamente melhor.

 

A culpa talvez não seja da atriz ou só do roteiro, mas como todo o elenco é maduro, uma personagem mais crescida (de repente já trabalhando, 20 e poucos anos) e madura cairia melhor e até formaria um casal menos polêmico com um homem de mais de 900 anos e quase 40 na vida real.

Participação de Kim Min Jae (Twenty Again)
 e  Kim So Hyun (Who Are You: School 2015)
 

Enfim, estou gostando agora que há história em foco, além de subtramas pueris. Só espero que não coloquem a melhor trama do drama para uma conclusão às pressas por causa do casal protagonista. Se você passou pelo mesmo que eu e parou de assistir Goblin porque só viu até o episódio 4, seja persistente. Não posso garantir que o final será bom, mas as cenas até agora que envolvem esse outro núcleo de personagens e as pequenas tramas entre espíritos recém desencarnados cumprem seu papel.

 

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