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Doramaspectiva 2020: meus 10 doramas favoritos do ano

Chegou o momento de retrospectiva 2020 em doramas. Vamos para as minhas preferências do ano! Alguns títulos que não estão aqui eu simplesmente não assisti, mas quem sabe se eu tivesse visto poderiam estar no topo! Os doramas estão por ordem da minha preferência. Alguns famosos (como o Rei Eterno – que se embananou tanto nos quatro último episódios que senti que muita energia foi gasta em algo que não foi entregue) não estão na lista, porque não chegaram a entrar no ranking da minha preferência do ano.

10. Holo, Meu Amor: revisita vários clichês que amamos de doramas antigos, trazendo para o mundo atual. Mais um na tendência crescente de doramas com inteligência artificial e no mundo da robótica. Um romancezinho leve, adorável e bobinho, mas bem agradável.

9. Boku Dake ga 17-sai no Sekai de (“Meu mundo de 17 anos”, em tradução literal, ou Debaixo da Cerejeira Milagrosa, adaptado do Viki): o curtinho dorama japonês de apenas 8 episódios é muito fofinho. A história é bem absurda: um rapaz morto aos 17 anos reaparece debaixo de uma cerejeira 7 anos depois para resolver pendências e reencontrar amigos. É doce, rápido e realmente me divertiu.

8. Apostando Alto: era para ser A comédia romântica do ano, mas os últimos episódios foram ladeira abaixo. Mesmo assim, é inegável sua relevância. Passei tanta raiva com a história que foi impossível torná-la obsoleta. O motivo de estar aqui ainda como um dos meus dramas favoritos não tem nada a ver com a qualidade da trama, mas pela intensidade na qual me envolveu. Fazia muito tempo que esse tipo de caos completo de briga de ship não acontecia de maneira tão ferrenha. Por pior que seja, assim como Dream High, entrou para currículo da Park Hye Ryun como mais um sucesso de audiência e nos trouxe de presente Kim Seon Ho.

7. Followers (Os Seguidores): mais uma série japonesa na Netflix para a lista. É tão bom quanto Extracurricular, mas sem a violência. Aqui é o mundo dos holofotes, os modelos, cantores e influenciadores. É um “Passarela de Sonhos” que deu certo, sem necessidade de romance, apenas passando mensagens importantes com vários núcleos impactantes, visuais vibrantes e curta duração.

6. Hospital Playlist: um dos mais queridinhos do público neste ano para quem amou Responde 1988 e toda a série da mesma autora. É uma história “sem roteiro”, um cotidiano fofo de médicos que foram estudantes da mesma faculdade. Bem diferente dos dramalhões de hospital, traz leveza e longos episódios. Foi uma salvação para muitos. Seus personagens complexos e vivos ficam na mente mesmo após o fim. Voltará em 2021.

5. Extracurricular: outro drama curtinho e que me deu um baita receio para começar por causa do trailer. Cheio de violência gráfica, trata de prostituição e drogas em um ambiente escolar. É o mais próximo que temos de “Elite” até agora dos doramas. Apesar disso, pensei que acharia muito mais pesado ou ruim, mas a história é ótima, fácil de maratonar em um dia só. Peca só por um final aberto.

4. Flor do Mal: um suspense cheio de reviravoltas. Algumas facilidades narrativas no início, um estranhamento até descobrir a que a série se propõe, mas no final um conjunto muito agradável, com uma atuação excelente do Lee Joon Gi e um romance que não estraga a trama.

3. Itaewon Class: uma surpresa que chegou dando o que falar. Um começo forte, impecável e explosivo, que só pecou um pouco pelo triângulo amoroso e os dois últimos episódios, mas trouxe todo o charme e talento de Park Seo Joon, além de introduzir a febre por personagens femininas “loucas” e fora do padrão, além do tema de oprimidos lutando por sonhos – está havendo até uma saturação em roteiros não muito bem feitos que seguiram a fórmula.

2. Pousando no Amor: uma comédia romântica deliciosa que já virou clássico e referência para o futuro. Personagens cativantes e traz tudo que um dorama pode oferecer de melhor: comédia, doçura, algumas lágrimas, personagens cativantes e protagonistas lindos. Uma das melhores coisas de 2020.

1. Tudo Bem Não ser Normal: o melhor do ano e, provavelmente, um dos melhores de todos os tempos. Sensível, delicado, por vezes fofo, engraçado, mas muito intenso, envolvente, com cinematografia de encher os olhos, trilha sonora belíssima e personagens muito bem escritos e esféricos. É uma obra prima. Confira a resenha.

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